O candidato ao governo do Estado de São Paulo Fernando Haddad (PT) cumpriu agenda de campanha, nesta quinta-feira (27), em Presidente Prudente (SP).
Em um ato realizado no clube do Sindicato dos Bancários, no Parque Residencial Carandá, ele lançou o seu programa de governo para a agricultura familiar.
Haddad estava acompanhado do candidato a vice-governador na chapa, Márcio França (PSB), e também de concorrentes que disputam cargos legislativos no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) nas Eleições 2026.
O ex-ministro da Fazenda encabeça a coligação Desperta São Paulo, que é formada por PT, PSB, PC do B, PV, PDT, PSOL e Rede.
“Em primeiro lugar, nós vamos apoiar muito o agricultor familiar porque é ele que garante a queda da inflação de alimentos. Então, apoiar quem produz alimento que vai pra nossa mesa é fundamental. O Plano Safra do governo federal já está fazendo muito. O Brasil vai ser o maior produtor de alimentos do mundo esse ano. Mas o pequeno ainda conta com alguma instabilidade. Por exemplo: a questão da mudança climática. Nós vamos ter que fazer reservação de água, irrigação, pra prevenir o que vem pela frente. Nós não podemos contar com a sorte. Então, tanto a Defesa Civil, no combate a incêndios, quanto a questão de reservação de água, pra caso de secas prolongadas, vão ter que contar com o apoio do Estado”, disse Haddad em entrevista coletiva.
“Outra coisa, uma novidade: seguro rural. O Estado vai, pelo Desenvolve São Paulo, oferecer seguro rural em alguns casos pra inibir a insegurança que o agricultor hoje sente de uma seca prolongada, como aconteceu no Rio Grande do Sul, por exemplo, que acabou inviabilizando parte da agricultura daquele Estado”, prometeu o petista.
O candidato ainda prometeu continuar a oferecer apoio técnico e crédito barato aos produtores rurais, conservar estradas vicinais e recuperar os institutos de pesquisa estaduais.
“Eu me comprometi a atender a demanda dos institutos de pesquisa pra gente dar um salto de qualidade na agricultura do Estado”, disse Haddad.